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24 de agosto de 2026 às 21:00

"Falar da comunicação deste governo é falar de um defunto", defende Rui Baptista

Em debate estiveram as recentes declarações de André Ventura, que classificou o ministro da Administração Interna, Luís Neves, como "gangster", bem como o desempenho da comunicação do Governo liderado por Luís Montenegro.

Maria Henrique Espada, diretora executiva da revista SÁBADO, Raul Vaz, analista político, e Rui Baptista, editor da agência Lusa, estiveram em análise política no NOW esta segunda-feira.

Em debate estiveram as recentes declarações de André Ventura, que classificou o ministro da Administração Interna, Luís Neves, como "gangster", bem como o desempenho da comunicação do Governo liderado por Luís Montenegro.

Sobre as declarações do líder do Chega, Maria Henrique Espada desvalorizou o tom utilizado, afirmando que André Ventura "faz de propósito e isto faz parte do soundbite".

A diretora assinalou ainda que pressionar pedidos de demissão junto do Presidente da República não se afigura como a melhor estratégia política.

Por seu lado, Rui Baptista criticou a eficácia comunicacional do executivo, sublinhando que "falar da comunicação deste governo é falar de um defunto". O editor da Lusa apontou falhas de timing e uma centralização excessiva no Primeiro-Ministro, notando que, perante o silêncio de Luís Montenegro, o Governo acaba por ser afetado pela "doença da barata tonta".