Tratado do Alto Mar é "marco histórico" para o oceano
Este tratado permite a cooperação para conservar e utilizar de forma sustentável a biodiversidade marinha além da jurisdição nacional.
Este tratado permite a cooperação para conservar e utilizar de forma sustentável a biodiversidade marinha além da jurisdição nacional.
O copresidente do grupo de especialistas do Conselho Científico Internacional para a Conferência dos Oceanos da ONU acredita que no futuro pode ser encontrada uma forma limpa de explorar o fundo do mar. Até lá o mais prudente e ficarmos quietos. O próprio testemunhou contra o seu país para evitar a mineração.
Tiago Pitta e Cunha elogiou ainda a postura de Portugal durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Oceano por ter ratificado o Tratado do Alto Mar e anunciado o cumprimento da meta de 30% de áreas marinhas protegidas já este ano.
Secretário-geral da ONU está em Nice na terceira Conferência das Nações Unidas sobre o Oceano. Aos jornalistas voltou a sublinhar a "urgência" de se tomarem medidas para a proteção dos oceanos e aumentar a "responsabilização".
O CEO da Fundação Oceano Azul acredita que a economia pode ser desenvolvida com o oceano. Já sobre as ações dos ativistas (e “sem justificar” os atos), podem ser uma resposta à inação política.
O manifesto explica a importância do mar para a competitividade económica e para a descarbonização nos setores da energia, transportes e agricultura/alimentação.
Portugal, através do ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, foi hoje um dos primeiros países a assinar o Tratado.
Contudo, muito ficou para decidir em 2025, durante a próxima Conferência dos Oceanos da ONU em 2025. Falta ainda a ratificação: "Pedimos aos países que ajam com a urgência que as crises ecológica e climática exigem", apela uma aliança de ONG's.