Interrogatório ao autor de atropelamento em Albufeira recomeça na quinta-feira
O condutor, de 35 anos e que estava a passar férias em Albufeira, foi detido com uma taxa de alcoolemia de 1,29 gramas de álcool por litro de sangue
O condutor, de 35 anos e que estava a passar férias em Albufeira, foi detido com uma taxa de alcoolemia de 1,29 gramas de álcool por litro de sangue
Em declarações aos jornalistas, Maja Lewecka, de 18 anos, contou que foi apanhada de surpresa na estrada e não se apercebeu da aproximação do carro.
Militar estava a controlar o trânsito junto de um camião que se havia incendiado pouco antes e foi atropelado por um condutor.
Leandro Silva emitiu um comunicado onde admitiu que apresentou uma taxa de alcoolemia 1,99 g/l.
Desde 18 de dezembro já foram detidas 304 pessoas.
Segundo a acusação do Ministério Público, Nuno Pardal Ribeiro envolveu-se com um jovem de 15 anos.
Presidente do Observatório de Segurança Interna sublinha a necessidade de se fazer uma reflexão com mais dados.
O então namorado da cantora, Ivo Lucas, também falou em tribunal. Num testemunho emotivo, afirmou que vinham a conversar e que só se apercebeu de "um vulto" no mesmo momento em que Sara Carreira "gritou 'cuidado'", tendo embatido de seguida na viatura de Cristina Branco.
O juiz de instrução criminal do Tribunal de Santarém decidiu levar a julgamento os quatro envolvidos no acidente que vitimou Sara Carreira.
O início do debate instrutório será antecedido da tomada de declarações da fadista Cristina Branco, que é acusada, juntamente com o ator Ivo Lucas, de homicídio negligente, pela morte da cantora Sara Carreira.
O Ministério Público pede a revogação do despacho da juíza de instrução criminal da Comarca de Santarém, que, em fevereiro, declarou a nulidade da acusação e determinou a remessa dos autos ao MP para que fosse sanada.
Entre os dias 22 e 27 de dezembro, morreram cinco pessoas nas estradas portuguesas e registaram-se quase dois mil acidentes.
Condutor "tentou sair da instalação policial e reagiu de forma agressiva contra os polícias, quando foi impedido de o fazer", indica PSP.
Estavam a ser julgados um médico e dois enfermeiros por terem falsificado contraprova de álcool do médico. Foram condenados a penas suspensas e multas a entregar aos bombeiros.
Depois de interceptado pela PSP com álcool no sangue, o médico pediu uma contraprova. No hospital, quem deu o sangue para o teste foi um enfermeiro.
A acusação recaiu sobre oito homens da zona de Bragança, com idades entre os 22 e os 45 anos, que são alvo ainda de um pedido de indemnização civil superior a 300 mil euros.