Os rendimentos de Luís Neves, que foi para o MAI ganhar menos
O império cultural dos mediáticos Obama e a nova série do criador de Big Little Lies.
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Sem carro e com nove imóveis, teve ganhos na PJ que beneficiaram do suplemento de missão. Foi para ministro ganhar menos
Se gerir a Administração Interna com o ritmo que imprimiu na PJ, os secretários de Estado terão motivos de preocupação. Já acordou um procurador às 3h da manhã e marcava reuniões fora de horas. Mas no último dia chorou.
Informação foi avançada pelo Ministério da Administração Interna (MAI).
Não podemos continuar a almejar uma Polícia forte e respeitada, quando somos os primeiros a não respeitá-la, não respeitando os tremendos profissionais que nela trabalham, ajeitando as carreiras de uns, enjeitando as carreiras de outros, gerando assim uma incompreendida iniquidade.
Anúncio foi feito após o Conselho de Ministros.
A ministra da Administração Interna reuniu ontem com os sindicatos da PSP e associações da GNR, tendo estes aceitado um acordo para a atribuição de um suplemento de risco, que se traduz num aumento faseado de 300 euros até 2026.
Documento será assinado pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, pela Associação Sindical de Chefias do Corpo da Guarda Prisional e pelo Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional.
Na véspera de mais esta ronda negocial, Luís Montenegro escolheu uma reunião do partido, na segunda-feira à noite, para dizer: "Ainda tenho a esperança que [um acordo] possa ser alcançado, assim os sindicatos e as associações socioprofissionais façam a sua ponderação e reflexão finais."
Chega convocou elementos das forças de segurança para uma manifestação que não aconteceu. PSD considerou-o "um fracasso", mas foi criticado pela oposição sobre não se dar "nem mais um cêntimo".
Os deputados do PSD, PS e CDS-PP rejeitaram as propostas do Chega, PCP e PAN para atribuir um suplemento remuneratório à PSP e à GNR.
O presidente da Assembleia da República insistiu que "não há nenhuma situação de especial na entrada das visitas para as galerias em comparação com outro dia normal".
Primeiro-ministro disse que "nem mais um cêntimo" vai para o suplemento de risco da PSP e GNR, mas sindicatos mantêm-se inflexíveis nas suas reivindicações. A próxima ronda negocial está marcada para 9 de julho.
Os sindicatos da PSP e associações socioprofissionais da GNR têm feito chegar as suas propostas ao MAI, que estão "neste momento" a ser analisadas com "o intuito de promover oportunamente uma nova reunião".
Nova reunião está agendada para 3 de junho. Protestos em caso de não acordo são considerados pelos agentes.
Há uma semana foi apresentada uma nova proposta que desagradou aos polícias. Sindicatos da PSP e da GNR já anunciaram voltar aos protestos caso o Governo não apresente uma proposta que vá ao encontro das suas expectativas.