Cibercrime explode em Portugal
Em 2020 foram 544 denúncias, em 2021 subiram para 1160, em 2022 para 2124, em 2023 para 2916 e em 2024 atingiram 3973.
Em 2020 foram 544 denúncias, em 2021 subiram para 1160, em 2022 para 2124, em 2023 para 2916 e em 2024 atingiram 3973.
No cibercrime, os esquemas cada vez mais sofisticados e a forma de evitá-los. Na política, as regalias dos governantes deslocados.
As burlas são cada vez mais criativas e realistas, com recurso à Inteligência Artificial e a programas que espiam a nossa vida digital. “Ninguém pode dizer que não vai cair”, avisa o diretor do Combate ao Cibercrime da PJ. A intrusão dos burlões não é nos sistemas: é na nossa cabeça. Conheça casos reais com os principais crimes e aprenda a identificar os riscos.
Especialistas explicam à SÁBADO que esta altura representa uma mina de ouro para os burlões e deixam conselhos para que não fique lesado esta época festiva.
A Anacom, regulador das comunicações eletrónicas, defende alterações à lei para travar estas práticas.
Apesar de o sistema da PSP não permitir identificar o número exato de denúncias sobre este crime em particular, a força policial está a acompanhar o fenómeno de perto.
Devemos ser exigentes com os nossos líderes, cuidadosos com os nossos comportamentos digitais e conscientes de que a segurança do país começa muitas vezes nas pequenas decisões do nosso dia-a-dia: uma palavra-passe forte, um link que evitamos abrir, uma notícia que escolhemos verificar.
"Neste momento, a nossa preocupação reside numa campanha atual em que foram difundidas de forma massiva milhares de chamadas telefónicas e que tem resultado num número incomum de queixas", assegurou o coordenador de investigação criminal José Ribeiro, da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica.
Não tenham dúvidas, o descuido informático dá oportunidades ao cibercriminoso.
Alguns métodos podem proteger as pessoas de fraudes como a "Olá pai, olá mãe", mas também colocam em causa a privacidade.
Já recebeu uma mensagem suspeita do número do seu banco? Pode ter sido alvo de uma tentativa de fraude em que os contactos legítimos são falsificados.
A newsletter de terça-feira.
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal no caso Lava Jato ameaça destruir o que resta da investigação às suspeitas de crimes na adjudicação e construção da Barragem do Baixo Sabor. Um juiz daquele tribunal brasileiro decidiu que são nulos os dados da empresa Odebrecht - documentos bancários, emails e testemunhos de delatores - que o Ministério Público está a usar para tentar descobrir quem é o “Príncipe”.
Walter Delgatti ainda pode recorrer da decisão. Juiz aponta que informações obtidas ilegalmente foram alvo de tentativa de venda por cerca de 45 mil euros.
Declarações foram feitas na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito aos ataques em Brasília no dia 8 de janeiro.
"O mais importante é desconfiar", e é preciso estar atento aos erros ortográficos e à origem dos links que surgem em mensagens e emails. Já conhece a página Denúncia Burlas?