Desconvocada greve do Metropolitano de Lisboa prevista para terça-feira
Foi alcançado um acordo com a empresa que garante algumas das condições que haviam levado ao pré-aviso de greve.
Foi alcançado um acordo com a empresa que garante algumas das condições que haviam levado ao pré-aviso de greve.
Para este período de greve, não foram decretados serviços mínimos, apesar do pedido da administração, que não foi deferido em tribunal.
Sindicato vê, no entanto, com"muita dificuldade a suspensão da greve" de quinta-feira.
Os trabalhadores do ML já tinham cumprido na terça-feira uma greve parcial
A paralisação foi marcada das 05:00 às 10:00 para os trabalhadores da operação.
Há greves parciais hoje e quinta-feira entre as 05h às 10h para os trabalhadores da operação.
O tribunal arbitral não decretou serviços mínimos para estas greves parciais e o serviço abrirá apenas a partir das 10:30.
O autarca frisou que saber 24 horas antes da realização do plenário não possibilita "haver serviços mínimos", já que não é uma greve e vai prejudicar os lisboetas "na noite mais importante da cidade", véspera de Santo António.
Circulação pretende responder à suspensão no serviço anunciada pelo Metropolitano de Lisboa, que acontece a partir das 20h00.
Em causa está, segundo a sindicalista, a luta pelo aumento do subsídio de almoço e redução para as 35 horas de jornada de trabalho semanal.
Suspensão da greve surgiu após aceitação da proposta da empresa para satisfazer as suas reivindicações.
Os trabalhadores do Metro de Lisboa cumprem uma greve parcial, que se repete no dia 10 de dezembro, entre as 05:00 e as 10:00.
Para estes dois dias está agendada uma greve dos trabalhadores entre as 05h00 e as 10h00.
Trabalhadores exigem os pagamentos de trabalho suplementar e feriados, e o cumprimento do Acordo de Empresa.
Está prevista a normalização do serviço de transporte a parir das 10h30.
"Não há serviços mínimos decretados", adiantou a FECTRANS. Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa estão em greve entre as 5h e as 10h.