"Estar ao lado do povo não se faz a milhares de quilómetros": Inês Sousa Real critica Luís Montenegro
A porta-voz do PAN apontou também falhas na estratégia de gestão da água e a ausência de uma reforma florestal após os incêndios.
A porta-voz do PAN apontou também falhas na estratégia de gestão da água e a ausência de uma reforma florestal após os incêndios.
Há alguns meses, o PS apresentou uma proposta para reformar as regras de corte de árvores - uma medida prevista no Plano Nacional Integrado de Gestão de Fogos Rurais desde 2021 e que permanecia por concretizar. A situação era, no mínimo, paradoxal: em muitos casos, era mais fácil cortar árvores do que plantar.
Quatro anos depois dos incêndios em Pedrógão Grande, Patrícia Gaspar sublinha que "o risco zero nunca vai existir" no país.
Em entrevista à TVI, Marcelo Rebelo de Sousa falou sobre a sua recandidatura, popularidade e estabilidade económica do país.
As notas da semana de Marques Mendes nos seus comentários na SIC. O comentador fala sobre os 3 anos de Governo, as relações Portugal-Angola, a tragédia de Borba e a greve dos juízes.
A prorrogação do prazo justifica-se com o pedido de dados adicionais ao relatório preliminar já entregue pelo grupo de trabalho ao Governo.
Comando vai saber progressão das chamas através do vento, humidade e terreno.
Comando vai saber progressão das chamas através do vento, humidade e terreno.
Comando vai saber progressão das chamas através do vento, humidade e terreno.
Primeiro-ministro considera que maiores desafios são as necessidades de revitalizar o interior e de concretizar a reforma da floresta.
Marcelo Rebelo de Sousa aconselhou Eduardo Oliveira e Sousa a aceitar a realidade e as suas "dinâmicas económicas, sociais, culturais e políticas".
Será já dia 24 de Outubro que o Parlamento português votará uma moção de censura proposta pelo CDS-PP liderado por Assunção Cristas. As grandes responsabilidades de Cristas em matéria florestal tornam este pedido de queda do governo numa espécie de paródia de regime
Num dos cartazes mostrados no protesto pedia-se o "Fim do negócio do fogo".
António Costa enfrentou o Parlamento depois dos incêndios que mataram 42 no domingo. Rejeitou apresentar uma moção de confiança, acusou a oposição de "guerrilha" e voltou a dizer que "é preciso passar das palavras aos actos".
Neste momento, propunha um ministério de ajuda às vítimas, supra-partidário e criado de raiz. Para coordenar a nível internacional toda a ajuda que venha, com uma organização ágil que nos implique a todos.
João Matos Fernandes destacou que esta situação também afecta o objectivo de tornar Portugal "um país neutro em termos de emissões carbónicas" até 2050.