Número de mortos devido a tempestades no norte da Índia sobe para 111
A maioria das mortes foi causada por derrocadas de muros, queda de árvores e raios durante tempestades de poeira e chuvas fortes, que também mataram centenas de animais.
A maioria das mortes foi causada por derrocadas de muros, queda de árvores e raios durante tempestades de poeira e chuvas fortes, que também mataram centenas de animais.
Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.
Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.
Várias campas e terrenos ficaram danificados após passagem de tempestade.
Em causa estão falhas na rede elétrica e queda de árvores.
Por tipologia, 756 ocorrências foram por queda de árvores, 572 por inundações e 354 por queda de estruturas.
A maioria das ocorrências está relacionada com queda de árvores (100), 89 limpezas de pavimento e 70 inundações.
Além de inundações, a maioria das ocorrências foram devido a queda de árvores e a necessidade de limpeza das vias, adiantou a ANEPC.
O registo diz respeito ao período entre as 00h00 e as 11h00, com destaque para a queda de árvores, tendo-se verificado ainda algumas inundações.
Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga, que foram atingidos por incêndios, irão agora ser afetados pela chuva forte.
Foram registadas mortes na Polónia, Alemanha, Países Baixos, Inglaterra, Bélgica e Irlanda. Os ventos e chuvas fortes provocaram danos em vários edifícios e veículos, ondas gigantes e a queda de árvores.
AS autoridades pediram à população que evite deslocações devido ao perigo de queda de árvores ou outros objetos, e aos ventos fortes.
A maior parte das intervenções das forças de Proteção Civil na região ocorreram devido a situações de queda de árvores, movimentos de massa, inundações e quedas de estruturas.
Ocorrências foram registadas sobretudo nos distritos de Viana do Castelo, Lisboa e Porto.
As vítimas mortais incluem uma adolescente de 14 anos e um homem de 68 que morreram devido à queda de árvores nas suas casas, bem como um homem de 24 anos que morreu de envenenamento por monóxido de carbono.
Durante a manhã, o vento forte provocou a queda de árvores em vários concelhos do distrito de Viseu.