Morreu aos 100 anos Alan Greenspan, o timoneiro da Fed por quase duas décadas
Alan Greenspan, presidente da Reserva Federal dos EUA durante 19 anos, morreu esta segunda-feira aos 100 anos, anunciou a sua mulher, Andrea Mitchell.
Alan Greenspan, presidente da Reserva Federal dos EUA durante 19 anos, morreu esta segunda-feira aos 100 anos, anunciou a sua mulher, Andrea Mitchell.
Trump nomeou o ex-governador Kevin Warsh como futuro presidente da Fed, mas as audiências de confirmação no Senado ainda não tiveram lugar, pelo que a votação para a sua nomeação poderá sofrer atrasos.
Análise do Financial Times demonstra outros ganhos de Christine Lagarde além dos divulgados pela autoridade monetária. Diferença coloca líder do BCE a receber quatro vezes mais do que o seu homólogo nos EUA.
As principais bolsas europeias seguem em queda penalizadas pelo agravamento da incerteza provocada pela tensão geopolítica entre a Índia e o Paquistão. Crude recua com descida da oferta e ouro perde após declarações de líder da Fed.
As bolsas estão a corrigir de seis sessões de ganhos devido aos dados fracos da economia alemã e ao corte de estimativas do BNP Paribas. O petróleo e o euro também estão em queda.
A menos que haja um volte-face de última hora, esta quarta-feira a Comissão Europeia deverá avançar com um chumbo à fusão entre a alemã Siemens e a francesa Alstom para o setor ferroviário. Os investidores estarão também atentos a um discurso de Powell em Washington, aos resultados da General Motors e, por cá, aos dados do emprego.
Depois do BCE e da Fed, esta semana será conhecida a decisão do Banco de Inglaterra. Nos EUA, Donald Trump discursa no Congresso. A divulgação de resultados e indicadores também vai agitar a semana.
No dia em que se encontra com o vice-primeiro-ministro chinês Liu He, o presidente dos Estados Unidos avisou que não será fechado nenhum acordo comercial com a China sem que antes se reúna com o presidente Xi Jinping a fim de superar os principais obstáculos negociais.
Esta quinta-feira os mercados irão estar a reagir à sobrevivência de May à moção de censura e à manutenção de Tsipras à frente do governo até às eleições de outubro próximo. E há contas do Morgan Stanley e da Netflix.
Presidente americano criticou abertamente o trabalho de Jerome Powell e chegou a afirmar que o único problema da economia de seu país é a Fed.
O presidente da Reserva Federal dos EUA garante que o banco central pode mudar "significativamente" o rumo da política monetária, caso as condições económicas o exijam.
As bolsas europeias seguem as quedas dos EUA mas com menor intensidade, a libra continua a perder valor devido à dificuldade de May conseguir o ok do Parlamento para o acordo sobre o Brexit e o petróleo desvaloriza devido às dúvidas se a Rússia vai juntar-se ao corte de produção da OPEP.
Esta quarta-feira, o IGCP vai proceder à primeira operação de troca de dívida deste ano. Ainda por cá, a Altri deverá estar a reagir em bolsa à notícia de que a espanhola Indumenta Pueri quer vender a participação que detém na cotada do sector da pasta de papel. Nos EUA, as bolsas estarão encerradas.
Apenas um homem tem tido maior relevância no comportamento dos mercados do que o presidente da Reserva Federal dos EUA: Donald Trump.
As principais praças europeias encerraram com ganhos, numa altura em que os investidores aguardam pela reunião do G20. O petróleo recuperou de mínimos e o dólar desce.
O presidente da Reserva Federal dos EUA não se deixou abalar pelas críticas de Donald Trump. Jerome Powell reforçou a perspectiva para a economia, mas também para o rumo das taxas de juro, mantendo a porta aberta a uma subida em Dezembro.