Aguiar-Branco abre Parlamento aos cidadãos para assinalar implantação da República
A entrada é livre, estando apenas condicionada à capacidade dos espaços.
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Como navegar na crise da habitação, como evitar o burnout do regresso, como entender o assalto-não assalto na sede do Chega, a nova vida de Marcelo Rebelo de Sousa e os novos bff Montenegro e Seguro. Um mês de grandes mudanças e grandes notícias.
De criança prodígio a "fora-da-lei" universalmente acarinhado, Jorge Palma reinventou o amor e a liberdade na canção em português. Ao longo de mais de 50 anos fez poesia a partir da condição humana e da arte de amar. O príncipe da música portuguesa morreu aos 76 anos.
Lançado a 28 de setembro de 1976, "Songs in the Key of Life" chega às cinco décadas. Amor, racismo, fé, infância e futuro couberam na medida exata do seu excesso.
O álbum é descrito pelo músico como estando "profundamente enraizado na tradição portuguesa", mas tendo também forte influência "da música brasileira".
A fábrica Pardal Monteiro, em Pero Pinheiro, Sintra, vai ser palco do concerto de Paulo Carvalho, no próximo dia 26, a partir das 21h.
Primeira edição do evento vai decorrer nos dias 29, 30 e 31 de outubro.
O início do velório, aberto a todos, estava marcado para as 15h00 e pouco depois já várias pessoas tinham subido ao quarto andar do edifício da Voz do Operário, na zona da Graça.
Múltiplas figuras do meio musical português, como Carminho, João Gil, Manuel João Vieira e Camané, estiveram esta quarta-feira no velório de Jorge Palma. Houve quem levasse rosas e cravos.
O festival de 'afrobeats', 'amapiano' e música e cultura africanas acontecerá, no próximo ano, em junho. As primeiras confirmações do cartaz foram anunciadas esta quarta-feira.
O saxofonista foi um dos músicos mais importantes do século XX, deixando discípulos que ainda hoje encontram na inspiração nas revoluções que Coltrane iniciou.
Alex Cortez partilhou também que Palma era "extremamente generoso, um verdadeiro amigo, que não deixava nunca ninguém ficar mal".
Jorge Palma morreu vítima de paragem cardiorrespiratória, foi casado três vezes e teve dois filhos, também músicos.
Foi muito mais do que "A Gente Vai Continuar", "Bairro do Amor", "Frágil" ou "Encosta-te a Mim", o inesperado êxito tardio. Eis uma viagem pela carreira de Jorge Palma em 16 canções.
Ministro dos Negócios Estrangeiros reagiu à morte de Jorge Palma.
"Homem livre, de uma criatividade singular e de uma autenticidade rara", Jorge Palma "fez da música também uma forma de celebrar a liberdade", afirmou o secretário-geral do PS.