Mais de 70 mil mortes e 70% de ocupação israelita em Gaza: Três anos do 7 de outubro em números
Assinala-se esta quarta-feira o terceiro ano desde o ataque levado a cabo pelo Hamas que desencadeou a guerra.
Assinala-se esta quarta-feira o terceiro ano desde o ataque levado a cabo pelo Hamas que desencadeou a guerra.
Para o secretário de Estado em Niassa, o número de vítimas continua a surpreender devido à dimensão daquele ataque surpresa registado na quinta-feira.
Exército israelita assinou pelo menos 15 ordens de confisco de terras em julho, abrangendo aproximadamente 20 hectares da província de Jenin, no norte da Cisjordânia.
A administração Trump acionou também o envio de duas equipas de busca e salvamento dos bombeiros do condado de Fairfax (Virgínia) e de Los Angeles (Califórnia).
Além dos sucessivos desastres naturais, a crise humanitária em Cuba tem sido agravada pelo bloqueio energético e sanções impostas pelos Estados Unidos.
À sombra da guerra regional contra o Irão, os colonos intensificaram os seus já recorrentes ataques na Cisjordânia, matando pelo menos nove pessoas e ferindo dezenas, segundo dados da ONU.
O conflito que o Exército do Sudão e os paramilitares das Forças de Apoio Rápido travam desde 2023 transformou aproximadamente dois terços da população do país em requerentes de ajuda humanitária.
Mais de 500 mil israelitas vivem na Cisjordânia, excluindo Jerusalém Oriental, entre cerca de três milhões de palestinianos, em colonatos que as Nações Unidas consideram ilegais à luz do direito internacional.
O financiamento humanitário dos EUA para programas apoiados pela ONU atingiu 14,5 mil milhões de euros anuais nos últimos anos.
Segundo a Defesa Civil, as vítimas do ataque são 11 membros da família Shaban, entre as quais sete crianças e duas mulheres.
Netanyahu reconheceu estar “consciente do preço” que o Estado de Israel está a pagar “a nível diplomático e de propaganda".
O Gabinete de Segurança do Governo de Israel aprovou um plano militar proposto pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, para ocupar a cidade de Gaza, no norte do enclave.
Os signatários da carta acrescentam que os seus trabalhos em Gaza poderão ser interrompidos de forma total, tendo alertado para o consequente impacto.
Por três noites consecutivas no último fim de semana, as Forças Armadas russas atacaram cidades e vilas ucranianas com números recorde de mísseis de longo alcance e drones, matando e ferindo dezenas de civis.
A Faixa de Gaza, com uma população de cerca de 2,1 milhões de habitantes, foi sujeita a um bloqueio de ajuda (alimentos, medicamentos e outros bens básicos, como combustível) durante quase três meses, até que Israel permitiu o acesso limitado a bens na semana passada.
Antes de outubro de 2023, quando começou a ofensiva israelita, o número médio de camiões que entravam na Faixa era de cerca de 500 por dia, o que as agências humanitárias já consideravam insuficiente para satisfazer as necessidades da população.