Do ataque à soberania aos gastos em armamento assim veem os partidos o orçamento da UE
Negociações entram agora numa fase decisiva.
Negociações entram agora numa fase decisiva.
Foi emitido um alerta de tsunami para as próximas horas que visa vários países.
Partido diz que "vai avaliar o Orçamento do Estado para 2027 não pelo número de milhões anunciado, mas pelo que esses milhões representam e, principalmente, pelo que efetivamente resolve na vida dos madeirenses".
Numa altura em que Bruxelas e Pequim procuram evitar uma nova escalada das tensões comerciais.
Soluções propostas são diferentes entre os vários partidos.
Há um vazio gritante no discurso do governo, que, se não o preencher, vai continuar a ser cavalgado pelo Chega: o MNE não conseguiu dizer o mais simples, que é contra o mecanismo de reparações para corrigir erros passados que não têm correção presente possível. Ou seja, Rangel não se veio embora sem dizer nada. Verdade histórica, reconhecimento de erros, a admissão de responsabilidade, são uma coisa. Culpas e penas coletivas e transmissíveis só existem em regimes jurídicos não democráticos.
O presidente do Conselho Europeu aludia ao reforço das relações da UE com parceiros de diferentes regiões.
Netanyahu garantiu que o que está a ocorrer em Gaza não é um genocídio, mas sim o "oposto" e acusou os críticos de Israel de serem antissemitas.
Primeiro-ministro afirmou ainda que “urge pôr fim aos conflitos que se arrastam”.
Doutorado em Física e professor catedrático emérito da Universidade de Coimbra, olha para a fé como um mistério sem explicação científica. No seu novo livro fala da histórica tensão entre os dois campos.
Da luta contra o cancro à Casa Branca, a antiga apresentadora televisiva tornou-se a assistente que filtra informação, publica mensagens e acompanha o presidente quase sem descanso.
A porta-voz da Comissão Europeia salientou que a Europa está a "aquecer duas vezes mais rápido" do que os outros continentes, e reconheceu que se está a assistir a um verão "particularmente grave".
O Afeganistão atravessa uma das maiores crises humanitárias do mundo, segundo a organização Human Rights Watch.
Apareceram no lugar dos descartáveis e a ideia era pagarmos uma caução por eles, para depois serem devolvidos e reutilizados. Não é isso que tem acontecido.
Mais de 325 mil pessoas foram retiradas das suas casas, em França e Espanha.
A região autónoma de Madrid está a enfrentar "o pior incêndio da história", disse esta sexta-feira a presidente do governo autonómico, Isabel Díaz Ayuso.