Infantino terá prometido final do Mundial'2030 a Marrocos em troca de apoio, diz o "The Times"
Mais um dia, mais um pequeno capítulo de polémica a envolver o presidente da FIFA.
Mais um dia, mais um pequeno capítulo de polémica a envolver o presidente da FIFA.
O português Pedro Ribeiro está na Arábia Saudita desde 2017. Lidera uma equipa de 400 pessoas e tem estado ligado a alguns dos projetos megalómanos do País. À SÁBADO, fala de vários temas, desde a aposta no desporto (e o que esperar do Mundial 2034) às diferenças culturais ou os direitos humanos.
Já começaram as críticas ao Mundial na Arábia Saudita, em especial relacionadas com as violações dos direitos humanos e com as más condições que muitos trabalhadores migrantes vão enfrentar. Para lá disso, também vai reinar a hipocrisia e a indiferença: os adeptos não vão deixar de ir aos estádios, tal como aconteceu no Qatar; e os vencedores de 2034 vão festejar na rua com o povo, tal como os milhões de argentinos que receberam a seleção em Buenos Aires, em 2022.
Organismo confirma que a prova centenária será organizada por estes três países, com Uruguai, Argentina e Paraguai a receberem ainda um jogo cada.