Mau tempo: Portugal enfrenta nova tempestade ainda sem recuperar da Kristin
O rasto da tempestade afetou fortemente as vias de comunicação, estradas, caminhos-de-ferro, escolas, deixando populações isoladas e pessoas desalojadas.
O rasto da tempestade afetou fortemente as vias de comunicação, estradas, caminhos-de-ferro, escolas, deixando populações isoladas e pessoas desalojadas.
A partir desta terça-feira.
Nova depressão vai trazer ao País chuva, neve, ventos até 95 quilómetros e agitação marítima.
Entre as ocorrências, registaram-se 358 quedas de árvores, 149 quedas de estruturas, 134 inundações, 69 movimentos de massas e deslizamentos de taludes e 54 limpezas de via.
Animais foram distribuídos "por soluções de acolhimento previamente identificadas, que asseguraram as condições adequadas de alojamento, alimentação e acompanhamento veterinário", explicou a Câmara.
Perante a previsão de chuva extrema, o Ministério do Ambiente e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) têm estado a realizar descargas preventivas nas barragens há mais de 15 dias.
Devido à eventualidade da ocorrência de cheias no início da próxima semana.
Portugal continental está a ser afetado pelos efeitos da passagem da depressão Kristin.
Segundo foi revelado pela Guarda Nacional Republicana.
Devido à passagem da depressão Ingrid.
A região mais afetada foi Lisboa e Vale do Tejo, com 361 ocorrências.
As bacias hidrográficas do rio Minho, sub-bacia do Coura; do rio Lima, sub-bacia do Vez; do rio Cávado; rio Mondego; rio Vouga; rio Guadiana (sul) e rio Arade encontram-se em nível de pré-alerta.
Vão ser criadas regras para “testes em via pública de sistemas automáticos de condução instalados em veículos”. IMT será responsável pela validação desses ensaios com automóveis, em articulação com as autarquias.
Ana Paula Martins vincou que Portugal está "ainda, no meio de uma epidemia de gripe", num inverno mais severo do que o do ano passado e com vírus mais agressivos.
De acordo com o último boletim climatológico do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), terminou a seca fraca que ainda existia no final de novembro nos distritos de Évora, Beja e Faro.