Ex-adjunto do Ministério da Justiça acusado de quase 8 mil crimes de pornografia e abuso de menores
Segundo a acusação, os ficheiros apreendidos evidenciam "atos de violência e sadomasoquismo".
Segundo a acusação, os ficheiros apreendidos evidenciam "atos de violência e sadomasoquismo".
A SÁBADO recebeu o seguinte direito de resposta em relação ao artigo "Bloqueio total. Lisboa sem agendamentos para renovar cartão de cidadão".
Reconhecer que faltam 160 magistrados é apenas o primeiro passo. O segundo, e mais complexo, é perceber que este défice não pode ser suprimido por nenhum mecanismo ordinário de recrutamento no horizonte temporal que a urgência da situação exige.
Em prisão preventiva desde dezembro de 2025, Paulo Abreu dos Santos está indiciado por 576 crimes qualificados de pornografia de menores e dois crimes de abuso sexual de crianças.
A Justiça digital é tão robusta quanto a solidez das plataformas que a sustentam, e o facto de essas plataformas dependerem estruturalmente de uma entidade administrativa do Ministério da Justiça revela, por si só, um desequilíbrio que urge corrigir.
Ministra da Justiça não vai propor qualquer indulto à presidência da República.
O candidato à presidência da República acusou ainda a comunicação social de não questionar o secretário-geral do PS pelo advogado pedófilo que terá abusado pelo menos duas crianças no gabinete do Ministério da Justiça durante o Governo socialista de António Costa.
Paulo Abreu dos Santos, de 38 anos, está indiciado de mais de 500 crimes de pornografia de menores e dois de abuso sexual de crianças.
Seis vídeos, encontrados durante as buscas da PJ, mostram que Paulo Abreu dos Santos colocou câmaras ocultas em espaços privados para gravar a intimidade de homens adultos. Ministério da Justiça afasta a hipótese de estes terem sido gravados no edifício.
Paulo Abreu dos Santos terá cometido parte dos crimes através de um computador presente no gabinete do Ministério da Justiça.
Uma delegação da Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR) reuniu-se hoje, durante cerca de uma hora e meia, no Ministério da Justiça, em Lisboa, com o secretário de Estado Adjunto e da Justiça, Gonçalo da Cunha Pires.
A Polícia Judiciária e a Procuradoria-Geral da República anunciaram hoje que estão em curso buscas em vários organismos públicos em Lisboa, Porto e Braga, por suspeitas relacionadas com a aquisição de serviços informáticos entre 2017 e 2025.
No terreno estão 2000 inspetores da Unidade Nacional Contra a Corrupção a realizar buscas em instituições como o Banco de Portugal, a secretaria-geral do Ministério da Justiça e o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos de Justiça
Os sindicatos informaram a tutela de que não suspendem as formas de luta marcadas sem o Ministério da Justiça analisar e apresentar contrapropostas para resolver o problema das carreiras.
Num esclarecimento, o Ministério da Justiça e Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais destacaram que não foram "recolhidas provas, evidências ou indícios de qualquer tentativa de fuga", sendo o único "facto concreto" o telefonema anónimo "cuja origem está a ser apurada".
Na prática, um juiz e um procurador que iniciam uma acumulação de serviço ao mesmo tempo, são pagos com cerca de 2 anos de diferença.