Governo compromete-se a alargar apoios do gasóleo aos equipamentos do setor industrial
O ministro das Infraestruturas reuniu esta manhã com empresários do setor das terraplanagens.
O ministro das Infraestruturas reuniu esta manhã com empresários do setor das terraplanagens.
Condutores e empresários exigem medidas concretas face ao aumento do preço dos combustíveis.
O ministro das Infraestruturas e Habitação contactou os empresários.
A manifestação reunirá uma série de empresas do ramo das terraplanagens, movimentação de terras, extração de inertes e transportes.
Para já, está confirmada a participação de "100 empresas e de 400 carros pesados".
Porta-voz exigiu ao primeiro-ministro que "oiça os portugueses", considerando que "o Governo já teve tempo suficiente para agir".
Está a ter uma adesão de entre 60 a 100 veículos e já provocou mais de 10 quilómetros de fila no IC33.
As alterações, aprovadas pela Câmara Municipal de Sintra, determinam a "revogação de uma proposta de 2023 que criou zonas de estacionamento exclusivo destinadas aos veículos de animação turística de até nove lugares".
"O mundo ainda não compreendeu bem a dimensão do desafio de segurança energética que enfrentamos", diz o diretor executivo da AIE, à BBC.
No meio do imundo mundo onde estamos cada vez mais — certos dias, só com a cabeça de fora, a tentar respirar — há, por vezes, notícias que remetem para um outro instinto humano qualquer, bem mais benigno. Como se o lobo mau, bípede e sapiens, quisesse, por momentos, mostrar que também pode ser lobo bom.
"Crianças sem urgência, viagem em emergência"; Urgência já" e "Viseu é Portugal" foram algumas das palavras de ordem que acompanharam a marcha lenta que percorreu cerca de quatro quilómetros até à porta do hospital.
"Fim ao investimento público em fosseis" e "os ultra ricos pagam a transição climática" são palavras de ordem que se leem no protesto da Avenida Gago Coutinho.
Os quatro jovens, em marcha lenta na rua, transportaram uma faixa com a frase "a crise climática é um genocídio".
"Queremos que o próximo Governo nos ouça e que tenha uma visão estratégica da política da água a nível nacional e no Algarve em particular", defende Macário Correia.
A concentração está marcada para as 9h no campo de futebol de Boliqueime, no concelho de Loulé, e a marcha lenta será feita na EN125, entre as 10h e as 14h, entre as rotundas de Maritenda e das Quatro Estradas.
A marcha lenta é organizada pela CSHA, que afirma reunir mais de mil entidades e agricultores algarvios, nomeadamente, todas as associações da região ligadas à agricultura, pecuária, floresta, flores e plantas ornamentais.