Conselho de Disciplina abre processo de inquérito às queixas do Benfica sobre o clássico com o FC Porto
Participação encarnada foi formalizada dia 5
Participação encarnada foi formalizada dia 5
Presidente do Chega anunciou que vai pedir um debate de urgência no Parlamento, na quinta-feira.
André Ventura considera que José Pedro Aguiar-Branco está a revelar-se "tão sequestrado pelos interesses" PSD/PS como o seu antecessor no cargo, o socialista Augusto Santos Silva.
Cristina Rodrigues, Sandra Pereira, Ricardo Reis, Pedro Pinto, Bruno Nunes e Rui Paulo Sousa também integrarão a comissão.
Inquérito parte de uma queixa do Bloco de Esquerda.
Pretende averiguar aspetos como o acompanhamento clínico dos utentes, a prevenção e controlo de infeção, a referenciação para cuidados hospitalares e a articulação entre a instituição e as entidades de saúde envolvidas.
Presidente do Grupo Parlamentar advertiu depois que as comissões parlamentares de inquérito "não se substituem, nem se podem substituir à investigação dos órgãos próprios de investigação criminal".
Para André Ventura, a Comissão Parlamentar de Inquérito a Luís Neves "é a mais importante da história" do país.
A ULSAC explicou que, dos 38 utentes que estavam no lar no início do surto, no domingo, quatro morreram, mas apenas num dos casos está confirmada a infeção por gripe A.
Ministro da Administração Interna defendeu que os mecanismos de escrutínio "são importantes para apurar a verdade".
O presidente da Assembleia da República anunciou ter admitido nove dos 11 temas requeridos pelo Chega para a investigação.
O presidente da Assembleia da República disse que se o Chega insistir em avançar com os 11 temas constantes no seu requerimento, não estará em condições de constituir uma comissão de inquérito.
Enquanto uma investigação criminal precisa do segredo para recolher provas sem sobressaltos, as audições no Parlamento são feitas à vista de todos e transmitidas em direto. Esta transparência é saudável para a democracia, mas exige aos deputados um cuidado redobrado para que o julgamento na praça pública não atropele o princípio sagrado de que todos são inocentes até prova em contrário.
Deputado insistiu que "ninguém pode estar acima da lei, nem Luís Neves, nem nenhum outro".
Partido criticou a "banalização" deste instrumento, mas voltou a pedir ao Governo documentação sobre o processo.
O anúncio foi feito pelo presidente do Chega em declarações aos jornalistas no Parlamento, depois de se ter reunido com José Pedro Aguiar-Branco.