Governo vai aprovar quinta-feira proposta de revisão da legislação laboral
Anúncio foi feito pelo primeiro-ministro.
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Advogado da associação patronal, André Matias de Almeida, diz que começou "também um período de paz".
Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias concluíram assim o processo de negociação coletiva para o ano de 2019.
"É um acordo que dignifica o trabalho e melhora as condições do setor", diz o ministro das Infraestruturas que lembra que as eleições Europeias seriam afetadas pela paralisação.
ANTRAM e sindicato colocaram em cima da mesa uma nova proposta salarial "muito próxima" dos 1.200 euros pretendidos pelos motoristas.
Esta terça-feira ocorre reunião decisiva. Salário base de €1.200 continua a dividir motoristas e ANTRAM.
Este foi o primeiro encontro para marcar o início de um novo processo negocial com vista à revisão de alguns aspetos contratuais relativos ao contrato coletivo de trabalho.
Paralisação dos motoristas de matérias pesadas não foi levantada após reunião com o Governo. Mas foram definidos os serviços mínimos.
As autoridades portuguesas já anunciaram o reforço de meios policiais para enfrentar qualquer eventualidade.
Gustavo Paulo Duarte reconheceu a importância de ter sido encontrada uma plataforma de entendimento para o curto-médio prazo com os dois lados.
A Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) deu um prazo até 15 de Junho ao Governo para que responda favoravelmente a "90% das reivindicações" apresentadas pela associação, admitindo que, a partir dessa data, surjam novos protestos dos seus associados.
Associação agendou para esta segunda-feira uma paralisação do setor, por causa do aumento do preço dos combustíveis.
Gustavo Duarte confirma agressão que fraturou nariz a atleta.
"Os custos estão a aumentar muito e resta saber se o mercado tem capacidade para pagar", referiu o presidente da ANTRAM.
A cerimónia da organização vai decorrer no Hotel Olissippo Oriente, em Lisboa
O presidente da Antram, Gustavo Paulo Duarte, acredita que as greves contra a nova lei laboral em França são só o início. "Irá haver um bloqueio à entrada no país", salientou.