Investigação com 'cunho' português desenvolve enzima devoradora de plástico
Os resultados do trabalho foram sexta-feira publicados num artigo científico na revista Chem Catalysis.
Os resultados do trabalho foram sexta-feira publicados num artigo científico na revista Chem Catalysis.
Um estudo europeu, publicado na revisa científica "Scientific Reports" (do grupo "Nature") analisou mais de 1,7 milhões de "tweets", em português, espanhol e inglês, concluindo que a raiva, a tristeza e a ironia dominam as publicações "online" relacionadas com as alterações climáticas.
À semelhança de um jogo de Lego, os investigadores testaram várias peças e conseguiram identificar "uma peça ideal que permite, após modulação química, a obtenção de antioxidantes inovadores direcionados para a mitocôndria, com baixa toxicidade e com efeito neuroprotetor".
Gabrielle Lacerda, de 24 anos, vai ter de regressar ao Brasil sem concluir o mestrado caso não consiga reunir o valor da propina para o presente ano letivo, que teve um aumento de 1.312 euros
Método foi desenvolvido por investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
Vivemos tempos em que mais do que nunca é verdadeira a afirmação da notável Marie Curie, prémio Nobel da Física e da Química: “Nada na vida é para ser temido, apenas para ser compreendido. Agora é tempo de compreender mais, para que possamos temer menos.”
António Guerner, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, afirmou que a decisão tomada pelo reitor da Universidade de Coimbra foi "demasiado drástica".
Estudo divulgado contou com a colaboração do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), no Porto.
Descoberta está a "apenas" oito anos-luz de distância do sistema solar.
"O mais importante é que as mulheres não deixem de seguir uma carreira científica, como é a química, por causa da família", defendeu a investigadora Sofia Sousa.
"Apesar de todos os desafios, não significa que tenhamos de desistir das nossas carreiras", defendem as investigadoras.
Projeto pretende estudar tóxicos que se acumulam em bivalves e peixes e cuja ingestão pode causar problemas à saúde humana.
Pedro Gil Vieira é o primeiro português a conseguir tal feito.
Investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto descobriram um conjunto de moléculas que podem ajudar a retardar a progressão da doença.
Segundo os cientistas, este planeta - Ross 128 b - pode ter condições favoráveis à vida, pela temperatura aproximada à da Terra.
Pretende ser um movimento de alerta global para consciencializar a sociedade dos riscos associados ao impacto de asteroides.