Rejeitada proposta multimilionária pelo clube Juventus. Ações disparam 12%
A empresa de investimento Exor, detida pela família Agnelli (Stellantis, Ferrari), sublinha que o clube não está à venda.
A empresa de investimento Exor, detida pela família Agnelli (Stellantis, Ferrari), sublinha que o clube não está à venda.
A hipótese foi avançada em Itália. Mas, a acontecer, não será antes de 2022, ano em que acaba o contrato com a Juventus. Para voltar a Alvalade, irá perder milhões – só o fará mesmo pela ligação sentimental, tal como aconteceu com Pepe no FC Porto ou Rui Costa no Benfica.
Os campeonatos entram na reta final: em Portugal, como em Itália, a luta pelo 2º lugar está ao rubro. Já em França, há um clube que pode quebrar a hegemonia do PSG e fazer história. Outra vez.
A propriedade com duas moradias fica num dos locais mais simbólicos da cidade.
Marchionne estava internado num hospital de Zurique
A chegada de Cristiano Ronaldo à Juventus parece estar cada vez mais iminente e está a gerar muita polémica junto dos operários da Fiat Chrysler Automobiles (FCA).
Possibilidade de união entre o grupo construtor italiano-americano e o fabricante alemão, noticiada pelo Milano Finanza, surge numa altura em que a Fiat Chrysler está a ser pressionada por Berlim por causa de emissões poluentes.
A ex-detentora do Financial Times e de parte do The Economist prepara-se para cortar quatro mil postos de trabalho, depois de apresentar perspectivas de receitas abaixo das estimativas dos analistas.
Os donos da Fiat e da equipa de futebol italiana Juventus compraram ao grupo Pearson quase 40% da revista britânica, onde tinham uma posição minoritária
A empresa britânica Pearson deverá anunciar ainda esta semana a venda dos 50% que detém no grupo The Economist à italiana Exor e à família Rothschild por 400 milhões de libras (565 milhões de euros), avança a agência Reuters.
A Exor, holding que agrupa todas as participações da fabricante automóvel Fiat SpA, poderá ter o actual presidente do Lloyds Bank no seu conselho de administração
Devido à queda exponencial de 11 empresas do Ftse MIB, a bolsa de Milão suspendeu, esta manhã, a cotação das mesmas momentaneamente.