Dois anos de Amadeu Guerra na PGR: os inquéritos que marcam o mandato à frente do MP
Do Monte Branco à Operação Influencer.
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André Ventura considera que José Pedro Aguiar-Branco está a revelar-se "tão sequestrado pelos interesses" PSD/PS como o seu antecessor no cargo, o socialista Augusto Santos Silva.
O líder do Chega voltou a alegar que gémeas que receberam o tratamento Zolgensma tiveram "tratamento preferencial" que outras crianças não tiveram. Fonte do regulador do medicamento afirma que lista de espera na altura era inexistente.
O ex-secretário de Estado encaminhou vários pedidos que recebeu para o director clínico do Hospital de Santa Maria.
Presidente do Grupo Parlamentar advertiu depois que as comissões parlamentares de inquérito "não se substituem, nem se podem substituir à investigação dos órgãos próprios de investigação criminal".
Ex-secretário de Estado da Saúde socialista foi acusado pelo Ministério Público de prevaricação.
António Lacerda Sales, Nuno Rebelo de Sousa, e o ex-diretor clínico do Hospital Santa Maria, Luís Pinheiro, estão acusados de um crime de prevaricação em concurso aparente com o crime de abuso de poderes, enquanto Daniela Martins, mãe das gémeas, foi acusada do crime de burla qualificada.
Caso remonta a 2020. Nuno Rebelo de Sousa, filho do antigo Chefe de Estado é um dos visados na acusação do MP.
Acusação imputa crimes de prevaricação, peculato e abuso no caso das meninas tratadas com o medicamento Zolgensma.
A esta comissão "caberá elaborar o programa oficial das comemorações" e, até dezembro, terá de "apresentar o programa dos primeiros três anos".
Esmurrar a honra de um ministro baseado nas filiações associativas, religiosas, desportistas, fraternais, as que forem, convoca os terríveis espasmos de caça ideológica do felizmente falecido Estado Novo.
Rui Rocha, deputado da IL, mantém a convicção de que o ministro “mentiu” ao parlamento, mas nenhuma das 20 obediências ativas em Portugal tem ou teve, em qualquer momento, o registo do nome do ministro entre os seus membros.
Na semana passada, o Ministério da Justiça disse que o valor abrangia mais processos do que o do atrelado apreendido, contrariando o que o ministro da Administração Interna e ex-diretor nacional da PJ, Luís Neves
Orçamento correspondia a "valor de que a PJ não dispunha sem comprometer a sua atividade normal de serviço".
O MJ esclareceu ainda que o orçamento da PJ não tem uma dotação específica para destruição de químicos ou produtos perigosos apreendidos.
Ao deixar arrastar todo este processo em que se procura descobrir que "esqueletos" tem no seu armário o ex-diretor nacional da PJ, o actual ministro da Administração Interna, está a prejudicar enormemente e de forma devastadora o prestígio, a credibilidade e até a eficiência e a eficácia da PJ no combate à criminalidade.