António José Seguro ouve preocupações da população e de autarcas de Montemor-o-Velho
Concelho foi um dos afetados pelo mau tempo.
Concelho foi um dos afetados pelo mau tempo.
A aldeia de Ereira, em Montemor-o-Velho, continua isolada devido às cheias causadas pela chuva forte que atingiu Portugal continental.
Fuzileiros transportam pessoas e bens essenciais para a população que continua isolada devido ao mau tempo.
"Felizmente a situação hoje está melhor, mas ainda é complicada com muitos milhões de metros cúbicos de água no vale central", disse o presidente da Câmara, José Veríssimo.
Depois de ventos ciclónicos terem arrasado o Centro, uma nova depressão encheu barragens, fez transbordar rios e inundou vilas e cidades um pouco por todo o lado, da Régua a Alcoutim.
O dique da ponte dos Casais rompeu na zona de São João do Campo. O trânsito na A1 está condicionado devido ao rebentamento do dique.
Presidente eleito "passou a manhã ao telefone com autarcas para saber da situação".
Na sequência da acusação do presidente da Câmara de Montemor-o-Velho.
Também os animais que se encontram encurralados estão a ser resgatados.
Segundo o Sargento Pinto, os militares têm ajudado as pessoas que tenham problemas nas suas casas e obstruído vias, além de fornecerem transporte.
O primeiro português a ter duas estrelas Michelin cresceu em Cascais, marcado pela morte súbita do pai quando tinha 7 anos. Quis ser arquiteto, mas acabou a conquistar prémios de cozinha - o primeiro no Tavares, onde até toalhas pagou.
Estudo aponta áreas mais vulneráveis a cheias em 2100 (o mercado de Olhão, o aeroporto de Faro, o metro de Santa Apolónia). Mas falta um plano, que já devia ter arrancado, critica especialista
Presidente da República passou por Montemor-o-velho, um dos locais mais afectados pelas cheias da passada semana e realçou a "capacidade de resistência" das populações.
As populações afetadas no vale central do Baixo Mondego "ainda estão com problemas, porque a água vai demorar a baixar", mas "as coisas vão melhorando".
O agricultor estima "prejuízos gravíssimos e bastante avultados" para as infraestruturas de regadio e drenagem da planície agrícola.
CODIS de Coimbra afirma que, mesmo com "sinais claros de melhoria", "o risco de cheia continua" e as autoridades não vão, "para já, baixar a guarda".