Sociedade científica quer "democratizar" rastreios cardiovasculares através das farmácias
Para responder às 30 mil mortes anuais provocadas por essas doenças.
Para responder às 30 mil mortes anuais provocadas por essas doenças.
A ciência sabe como evitar a morte de milhares de pessoas vítimas de doenças cardiovasculares. Mas o risco continua a aumentar em Portugal, diz a presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia Cristina Gavina
No cancro e nas doenças cardiovasculares, as falsas promessas de cura levam pacientes a abandonar tratamentos - e podem contribuir para enfartes. Nas vacinas, são mesmo uma questão de saúde pública. Saiba como as combater.
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
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Estudo realizado em Portugal revelou ainda que 20% dos doentes de alto e muito alto risco cardiovascular não estão a tomar medicação.
Com o estudo, que deveria arrancar em outubro, mas que a pandemia de covid-19 adiou, a SPC quer encontrar os doentes que não estão diagnosticados e, por isso, não sabem que sofrem de insuficiência cardíaca.