Delcy Rodríguez alega sabotagem ao sistema elétrico após acordos petrolíferos
Em causa está um protesto contra os acordos assinados com os Estados Unidos, que vão controlar 20% das reservas de petróleo venezuelano.
Em causa está um protesto contra os acordos assinados com os Estados Unidos, que vão controlar 20% das reservas de petróleo venezuelano.
Nicolás Maduro anunciou, a 31 de março, a ativação de um programa de racionamento elétrico durante um mês, que previa a distribuição de eletricidade durante apenas dois dias por semana.
Guaidó anunciou ainda que proximamente haverá um encontro com líderes mundiais, na Venezuela, para tratar da crise no país.
A marcha da oposição decorre depois de a Assembleia Constituinte ter retirado a imunidade a Juan Guaidó, autoproclamado Presidente interino da Venezuela.
Programa de racionamento elétrico entrou em vigor no país esta sexta-feira irá distribuir quem terá luz durante dois dias contínuos em 20 dos 24 Estados da Venezuela.
Manifestantes tentavam reunir-se para protestar contra os cortes de eletricidade que estão a afetar o país desde o início de março.
Autoproclamado presidente interino da Venezuela convocou uma manifestação nacional em protesto pelos apagões elétricos que desde 7 de março afetam o país.
Governo tem atribuido as falhas a atos de sabotagem de opositores apoiados pelo Estados Unidos, enquanto a oposição acusa o regime de não fazer investimentos.
Governo tem atribuido as falhas a atos de sabotagem de opositores apoiados pelo Estados Unidos, enquanto que a oposição acusa o regime de não fazer investimentos.
Os habitantes da urbanização Palo Verde, na zona leste de Caracas, bloquearam os acessos à zona como forma de protesto.
Falha geral de eletricidade prolonga-se há mais de 20 horas e Guaidó visitou esta sexta-feira várias ruas de Caracas. Governo de Maduro considera corte uma "sabotagem" promovida pelos EUA.
O líder oposição da Venezuela, Juan Guaidó, deslocou-se hoje a várias ruas de Caracas na sequência de uma falha geral de eletricidade que se prolonga há quase 20 horas, atribuída pelo regime a uma sabotagem promovida pelos EUA.
Em menos de duas semanas ocorreram pelo menos três apagões que deixaram grandes setores de Caracas às escuras.
Os venezuelanos protestaram ainda contra os constantes apagões e as falhas no abastecimento de água.
O Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, a norte de Caracas, sofreu um "apagão" durante várias horas.
Diversos engenheiros atribuem o problema elétrico a falta de investimentos e de manutenção no setor.