Coleção de Arte Contemporânea do Estado inaugura espaço próprio no seu cinquentenário
É a primeira vez que a coleção de mais de 2.300 peças fica reunida num único edifício. Foi iniciada pelo Estado em 1976.
É a primeira vez que a coleção de mais de 2.300 peças fica reunida num único edifício. Foi iniciada pelo Estado em 1976.
A 10 de abril, inaugura no Museu de Etnologia, em Lisboa, uma exposição da Coleção de Arte Contemporânea do Estado que quer estimular um "diálogo crítico sobre o passado colonial".
Coleção de Arte Contemporânea do Estado reúne centenas de obras de artistas nacionais como Helena Almeida, Julião Sarmento, José de Guimarães, Abel Manta, Júlio Pomar, Ilda David, Noronha da Costa. Mas também inclui trabalhos estrangeiros como Andy Warhol, Robert Mapplethorpe e Sebastião Salgado.
DIAP de Lisboa abriu um inquérito ao desaparecimento de 94 obras da coleção de arte contemporânea do Estado.
Mais de 90 obras da coleção de arte contemporânea do Estado continuam por localizar, a maioria das quais desde 1992.
Trata-se de 21 obras de 20 artistas portugueses, que vão passar a integrar a Coleção de Arte Contemporânea do Estado, revelou o Ministério da Cultura.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial das Comunicações, que se assinala a 17 de maio, a Fundação Portugal Telecom inaugura, na Fundação Portuguesa das Comunicações, a 10ª mostra de obras da sua Coleção de Arte Contemporânea. Entre telas de Paula Rego, Eduardo Batarda ou Joaquim Bravo, a exposição integra um conjunto de 19 peças de 14 artistas diferentes.