NOW volta a ganhar o horário nobre
O canal alcançou 2,3% de share, entre as 20 e as 24 horas, com uma média de 98700 espectadores.
O canal alcançou 2,3% de share, entre as 20 e as 24 horas, com uma média de 98700 espectadores.
Secretário-geral do PS insistiu, no entanto, que o primeiro-ministro "tem de assumir" a "responsabilidade" na polémica em torno do ministro Luís Neves.
Na terça-feira à noite, André Ventura disse que estava "mais tendente a avançar".
1,9 milhões de espectadores acompanham diariamente a televisão do Correio da Manhã.
Ministro da Administração Interna atirou as polémicas em torno do seu nome a um "populismo" que "precisa de instituições fragilizadas" para existir. Não se demite.
O NOW voltou a liderar de forma esmagadora no “prime-time” deste domingo entre os canais de informação mais tradicionais.
Entre as 19h00 e as 19h30 o NOW foi visto por 130 mil e 400 espectadores, com uma média 3,2% de share nesse período; a SIC Notícias não atingiu sequer os 2% de share, com 78 mil e 400 pessoas; pior ficou a CNN Portugal com 1,5%, 59 mil 200 espectadores.
Há ainda três cidadãos nacionais em parte incerta.
O dia contou com uma grande estreia, o “Radar NOW” espaço para atualização de notícias urgentes que terá presença na antena do canal sempre que se justificar. A estreia foi com Rodrigo Campos Guimarães sobre a tragédia no Nepal.
Informação está a ser avançada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
Entre as 20h00 e as 24h00, o canal alcançou uma média 2,2% de share.
O programa da responsabilidade da equipa de Ana Leal liderou largamente o horário, com 91400 espectadores a cada minuto e 2% de share.
O “Jornal às 7” da CMTV ganhou à RTP-1, SIC e TVI, além de liderar o cabo.
Órgão, que investiga suspeitas relacionadas com fraude, pediu um conjunto de documentos sobre as obras adjudicadas no tempo em que Luís Neves eram diretor da PJ.
Ministro entrou em contradição com declarações passadas e apresentou versões estranhas de alguns factos
Ministro da Administração Interna foi acusado de enquanto diretor nacional da PJ ter andado “bastante tempo a guiar um Porsche que depois teve de ser devolvido a uma arguida"