Mau tempo mata três pessoas e destrói 17 casas no centro de Moçambique
Algumas que desabaram e outras que ficaram sem teto.
Algumas que desabaram e outras que ficaram sem teto.
Os animais saíram do Parque Nacional da Gorongosa (PNG) e deslocaram-se quase 200 quilómetros para o distrito de Chemba, atraídos por uma plantação de cana-de-açúcar.
O incêndio ocorreu na noite de quarta-feira, por volta das 21h00 (menos uma hora em Lisboa), no mercado 1º de maio, no centro da cidade de Tete, tendo sido necessárias cerca de cinco horas para controlar o fogo, que devorou 152 barracas, segundo Lemos Eugénio, comandante do Sensap naquela província.
"Houve lançamento de gás lacrimogéneo e três pessoas acabaram feridas gravemente por balas perdidas e, infelizmente, não resistiram e perderam a vida", afirmou a polícia.
As descargas elétricas provocadas pela trovoada provocaram ainda um ferido grave e incendiaram uma residência.
Além das mortes, os impactos preliminares incluem destruição de habitações em Gondola e de infraestruturas sociais como a escola secundária de Bengo
Não há registo oficial de mortos, mas há o relato de pelo menos uma criança desaparecida. Há diversas aldeias inundadas e muitos campos agrícolas submersos.
"Foi tudo muito rápido. Chegaram mesmo na altura em que o meu patrão estava a sair da loja" e deixaram o local a alta velocidade, explicou segurança.
Líder do grupo dissidente da Resistência Nacional Moçambicana acusou as forças governamentais de estarem a raptar e matar guerrilheiros seus.
Ossufo Momade responsabiliza Mariano Nhongo, dirigente que em junho se revoltou contra o partido, de organizar os ataques, dispondo de um grupo de guerrilheiros dissidentes.
As vítimas seguiam num autocarro da transportadora Naji, que fazia o troço entre as cidades da Beira, província de Sofala, e Quelimane, província da Zambézia. Pouco antes do ataque, um camião tinha sido também alvejado a tiro por desconhecidos.
A polícia moçambicana deteve oito pessoas suspeitas de desviar produtos destinados às vitimas dos ciclones Idai em Nhamatanda, centro de Moçambique.
Um camião de carga descontrolado embateu na traseira de um ligeiro, que estava numa fila de viaturas na travessia do rio Tembwe, nos arredores de Chimoio, provocando o choque em cadeia.
Ciclone atingiu a região centro de Moçambique, o Maláui e o Zimbabué em 14 de março, provocando mais de mil mortos nos três países.
No domingo, a cólera tinha causado a primeira morte na cidade da Beira, centro do país. A doença afeta 1.428 pessoas.
Quase duas semanas depois de ser desalojada pelo ciclone Idai, no centro de Moçambique, Sara Menezes encontra-se a viver numa tenda com outras 30 grávidas.