Morreu Zhu Rongji, engenheiro das reformas económicas que pôs a China na OMC
Um dos principais feitos do ex-primeiro-ministro foi levar a China a entrar na Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001.
Um dos principais feitos do ex-primeiro-ministro foi levar a China a entrar na Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001.
O banco alemão apontou como meta tornar-se uma "ponte local para os sistemas de pagamento da China" e uma "ligação fundamental" entre os mercados financeiros da Europa e do país asiático.
A decisão proíbe todas as atividades financeiras envolvendo criptomoedas, como negociação em moedas virtuais, transações envolvendo derivativos de moedas virtuais e "arrecadação ilegal de fundos".
A produção industrial da China registou nos dois primeiros meses do ano o maior declínio em três décadas, devido às medidas para travar a propagação do surto do novo coronavírus.
A legislação chinesa já permite o acesso ao mercado de pagamentos da China por parte de empresas estrangeiras. Mas a Mastercard e a Visa estão à espera de aprovação há mais de um ano. A American Express foi a primeira a conseguir entrar no mercado, mas com um parceiro chinês.
A China já tinha proibido as negociações de criptomoedas. Contudo, recentemente, as autoridades notaram uma aposta nestas moedas através de plataformas online e aplicações móveis. Por isso, pretendem bloquear o acesso a este tipo de plataformas.
Os preços do petróleo estão a subir nos mercados internacionais, com o Brent a ter tocado no valor mais elevado desde Maio de 2015 e o WTI em máximos de Dezembro de 2014. As acções europeias continuam animadas pela expectativa em torno da economia.
O objectivo das autoridades monetárias ? reunidas em Washington nesta semana para o encontro do Fundo Monetário Internacional ? é reduzir o apoio sem prejudicar a economia global e agitar os mercados financeiros que foram embalados durante anos pela abundância monetária.
As autoridades procuram impedir o sobreaquecimento do mercado, nomeadamente ao nível do imobiliário. O primeiro trimestre é, historicamente, dos mais fortes para a concessão de crédito na China.
O regulador chinês vai dar uma folga aos cinco maiores bancos antes do novo ano, um período normalmente marcado por forte procura por levantamentos, o que costuma conduzir a fortes injecções por parte das autoridades.
A moeda chinesa já esteve a negociar, no mercado interno, com a maior queda desde a decisão de saída do Reino Unido da União Europeia. Os analistas consideram que a queda maior que o previsto nas reservas internacionais ajuda a explicar a fraqueza da moeda.
O Banco Popular da China reduziu a taxa de câmbio do yuan face ao dólar em 0,3% para o valor mais baixo em mais de cinco anos.
O banco central da China voltou a mexer na taxa de referência perante a apreciação do dólar nos mercados cambiais. É a maior redução de valor operada desde 7 de Janeiro no dia em que injecta mais de 5 mil milhões de euros nos mercados.
O governador do Banco Popular da China declarou que não serão necessários estímulos excessivos para impulsionar a economia e que o mercado cambial está a regressar ao normal. Já o programa de compra de acções deverá manter-se, anunciou o regulador de mercado.
A queda das reservas em moeda estrangeira na China abrandou em Fevereiro, com a moeda local a estabilizar.
A actividade industrial da China caiu, em Fevereiro, pelo sétimo mês consecutivo, para o valor mais baixo desde Janeiro de 2009. Já a actividade dos serviços registou o crescimento mais lento desde Dezembro de 2008.