Concurso da barragem de Girabolhos deverá ser lançado até final do mês
Para a Agência Portuguesa do Ambiente, o lançamento até ao final do mês do concurso para a construção da barragem no rio Mondego "é um assunto prioritário".
Para a Agência Portuguesa do Ambiente, o lançamento até ao final do mês do concurso para a construção da barragem no rio Mondego "é um assunto prioritário".
Viatura foi localizada perto da Quinta do Seminário durante a madrugada desta quarta-feira.
O nível de máxima cheia da Aguieira é de 126 metros, altura a partir da qual aquela albufeira não consegue receber mais água e tem de a libertar, por poder pôr em causa a segurança da própria barragem.
A bacia do Mondego era, esta manhã, a única em situação de risco no país, atingido um nível de alerta vermelho.
Depressão Irene vai condicionar o estado do tempo em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, com ventos fortes, chuvas intensas e agitação marítima.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê chuva, por vezes forte e persistente, nas regiões Norte e Centro nas próximas 48 horas e, partir de segunda-feira, também no Alentejo.
Previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera alertam para "precipitação, por vezes forte e persistente, nas regiões do litoral norte e centro em especial no Minho e Douro litoral, progredindo para a região Sul e a possibilidade de formação de gelo e geada no interior norte e centro" do país.
Também por causa da chuva, o IPMA colocou os distritos do Porto, Leiria e Castelo Branco em aviso amarelo até às 15 desta quinta-feira.
A Proteção Civil adianta serem expectáveis inundações em zonas urbanas e ocorrência de cheias. Alerta é para as próximas 24 horas.
As bacias de Barlavento, com 14,9%, e Lima, com 17,7%, continuam com quantidade de água muito abaixo da média no final de março.
O agricultor estima "prejuízos gravíssimos e bastante avultados" para as infraestruturas de regadio e drenagem da planície agrícola.
"Apontar o dedo à falta de manutenção é apontar o dedo à incúria do Estado", acusa a Ordem dos Engenheiros.
CODIS de Coimbra afirma que, mesmo com "sinais claros de melhoria", "o risco de cheia continua" e as autoridades não vão, "para já, baixar a guarda".
Proteção Civil afirma que, apesar de o número de ocorrências ter "baixado significativamente", distrito de Coimbra ainda "é o que está a causar maior preocupação".
O corte na circulação ao quilómetro 155, entre Muxagata e Fornos de Algodres, deveu-se a uma pedra de grandes dimensões que se encontrava na via.
A circulação de comboios de longo curso entre Porto e Lisboa foi retomada mas vai continuar condicionada.