Susana Lúcio
O instrumento está neste momento a ser instalado no deserto de Atacama, no Chile, e vai começar a funcionar no início de abril. A SÁBADO falou com um dos investigadores envolvidos, ainda com jet lag da viagem.
Há empresas que vão limpar o lixo espacial e detetar satélites espiões - para evitar que destruam engenhos em órbita. Outras usam imagens da Terra para ajudar a gerir cheias e tsunâmis. E está a ser desenvolvida uma espécie de GPS dos mares, que permitirá comunicar avistamentos de orcas ou icebergues.