Irlanda volta a boicotar Eurovisão devido à presença de Israel
Os Países Baixos anunciaram que também iriam manter a recusa em participar no festival devido ao que consideram ser a falta de neutralidade do concurso.
Os Países Baixos anunciaram que também iriam manter a recusa em participar no festival devido ao que consideram ser a falta de neutralidade do concurso.
Estação pública considera que a Eurovisão se transformou numa "plataforma para dividir", em vez de cumprir a sua missão original de "aproximar as pessoas e os países".
A 70.ª edição do festival Eurovisão vai para o ar debaixo de grande contestação. A permanência de Israel em competição fez com que alguns países desistissem da prova, Espanha incluída.
As semifinais do 70.º Festival Eurovisão da Canção acontecem na terça-feira e na quinta-feira e a final no sábado, 16 de maio.
Os Bandidos do Cante vão agora representar Portugal no 70.º Festival Eurovisão da Canção, marcado para maio, na Áustria.
Os temas que competem hoje foram escolhidos em duas semifinais, que se realizaram nos dias 21 e 28 de fevereiro.
Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia anunciaram que não participariam na 70.ª edição do concurso como forma de boicotar a presença de Israel no concurso.
Artistas dizem não compactuar com a "violação dos Direitos Humanos".
Após a assembleia-geral desta quarta-feira da UER, as televisões públicas de Espanha, Irlanda e dos Países Baixos confirmaram a saída do Festival Eurovisão da Canção, por se manter a participação de Israel.
Nos últimos meses, Eslovénia, Espanha, Irlanda, Islândia e Países Baixos anunciaram que não vão participar na competição a realizar em Viena, em maio de 2026, caso Israel seja admitido como concorrente. Cessar fogo em Gaza pode mudar cenário.
As trocas estão em curso no aeroporto de Ancara e na fronteira entre o exclave russo de Kaliningrad e a Polónia e envolvem 26 presos políticos, agentes secretos e detidos por delitos comuns.
Presidente da Bielorrússia falou aos jornalistas sobre possível envolvimento do homólogo russo na morte do líder do Grupo Wagner.
Presidente da Rússia encenou o regresso à normalidade, apesar de reconhecer que o grupo Wagner podia causar "a desordem que redundaria inevitavelmente no caos". A análise de João Carlos Barradas.
O que se segue depois do motim protagonizado pelo grupo liderado por Prigozhin? A análise de João Carlos Barradas.
Putin ainda não falou ao país desde que foi alcançado um acordo com o líder do grupo Wagner e a rebelião recuou. Prigozhin foi autorizado a exilar-se na Bielorrússia e fica livre de qualquer acusação. A valer como garantia de segurança está "a palavra do presidente da Rússia". João Carlos Barradas lembra, no entanto, que na Rússia o mais importante é agora, como sempre, saber quem se impõe, quem prevalece, quem é o mais forte.
As forças russas viram o grupo Wagner avançar em território russo sem grande resistência. Putin disse publicamente que ira reprimir o motim, mas até ao momento os confrontos não têm sido duros. O que mostra este gesto de Prigozhin contra Putin? Poderá o líder do grupo Wagner sobreviver se não for bem-sucedido? A análise de João Carlos Barradas.