Os descendentes de D. Pedro II, as damas de ferro da Europa e o turismo de saúde
A newsletter de quarta-feira.
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Apesar de toda a tecnologia, os corpos reais continuam a ser essenciais para estudar anatomia. E há cada vez mais gente a fazer esta doação - mesmo as religiosas, até freiras.
Presidente do Chega anunciou que vai pedir um debate de urgência no Parlamento, na quinta-feira.
As empresas de inteligência artificial estão a começar a contratar filósofos. O catedrático da Nova FCSH Nuno Venturinha explica o porquê de o pensamento filosófico ser tão importante no desenvolvimento destas teorias.
Tribunal Central da Instrução Criminal de Lisboa confirmou a acusação do Ministério Público.
Como navegar na crise da habitação, como evitar o burnout do regresso, como entender o assalto-não assalto na sede do Chega, a nova vida de Marcelo Rebelo de Sousa e os novos bff Montenegro e Seguro. Um mês de grandes mudanças e grandes notícias.
Novos medicamentos têm o potencial de eliminar a doença, mas o acesso ainda é limitado e há uma percentagem de pessoas que não responde à medicação. Para elas, a investigação estuda outras moléculas para travar a patologia neurológica.
Movimento é aliado do Irão e possui um arsenal altamente destrutivo.
Com a vitória da AfD na Saxónia-Anhalt, o partido radical faz um caminho até ao poder. O que fazem quando chegam à governação depende da robustez das instituições, da complexidade do sistema político e, claro, se os partidos radicais governam com (ou sem) maioria.
Este material desenvolvido é tão resistente como o betão e pode ser reciclado e reutilizado.
Em menos de dez anos haverá robôs com forma humana a trabalhar em hotéis, bares, hospitais e até em sua casa. Luís Paulo Reis, investigador da Universidade do Porto, fala numa janela de três anos para a tecnbologia estar pronta. A China lidera o investimento, mas não está sozinha.
A Praça da República vai acolher a antestreia de uma longa-metragem de animação em 3D sobre a cidade.
Ao contrário do que se pensava, este órgão nunca deixa de aprender. E mesmo na velhice vale a pena continuar a estimulá-lo. Há uma combinação de três coisas essenciais: exercício físico, aprender coisas novas e cultivar amizades. Sim, os amigos são tão importantes quanto os comprimidos – podem mesmo ajudá-lo a recuperar saúde mental.