25 de Novembro. Sessão solene marcada para as 10h com tempos iguais de intervenção aos do 25 de Abril
Cada grupo parlamentar poderá falar seis minutos.
Cada grupo parlamentar poderá falar seis minutos.
O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP não revelou se os três detidos, entre os quais os líderes do partido Ergue-te, Rui Fonseca e Castro, e do grupo de extrema-direita 1143, Mário Machado, foram já libertados.
Em causa está o decreto de três dias de luto nacionla pela morte do Papa Francisco. José Adelino Maltez considera que não é por o Estado ser laico que não deveria ter sido decretado luto nacional, mas considera que se o Governo queria sinalizar o seu pesar poderia "ir aos eventos de gravata preta".
Abordando diretamente as comemorações do 51.º aniversário do 25 de Abril, o Governo afirma que "participará na sessão solene realizada na Assembleia da República, bem como em cerimónias oficiais organizadas por municípios", durante as quais deverá haver "momentos de homenagem ao Papa Francisco, incluindo a observação de um minuto de silêncio".
O Governo alega que o luto nacional pelo Papa Francisco implica reserva nas comemorações e que por isso o Governo não irá participar nas celebrações.
Festival de três dias é organizado por estruturas de Lisboa afetas ao PCP e vai ter debates e manifestações pela Palestina, contra a NATO e "pela Paz". Vereadores da oposição (PS) falam em "afronta às pessoas de Grândola que diariamente passam dificuldades". Autarquia não responde a perguntas.
O jornal secreto do dia 25 de Abril em Angola que devia ter sido destruído. O discurso de Otelo à porta fechada. As conversas com o “inimigo”. As noites quentes sob assalto. Memórias de seis ex-combatentes na guerra do Ultramar.
Segundo a nota da Presidência, "os chefes de Estado da República Francesa e dos Estados Unidos da América felicitaram Portugal e, em particular, a extensa diáspora portuguesa que reside nos seus países, por este marco essencial para a democracia na Europa e também no mundo".
Num discurso na sessão solene comemorativa do 25 de Abril, no parlamento, Inês de Sousa Real defendeu que a "música da liberdade" que tocou há 50 anos inspirou o país a lutar "por melhores condições de vida, pelos direitos humanos e justiça social".
Para Paulo Raimundo, "Abril não é a maioria dos jovens ganharem mil euros de salário por mês", é "a juventude ter condições de viver, trabalhar e fazer a sua vida no seu próprio país".
Na sua primeira intervenção, Mortágua lembrou a ditadura de Salazar e um país que "se vergou à tristeza, à emigração forçada, à maldita guerra e à secundarização das mulheres".
Na sua intervenção, a deputada e cronista da SÁBADO, Ana Gabriela Cabilhas, defendeu que a liberdade tem de estar associada à "verdadeira igualdade de oportunidades".
No discurso da sessão solene dos 50 anos do 25 de Abril, Pedro Nuno Santos enalteceu o movimento de capitães que "pôs fim à mais antiga ditadura da Europa Ocidental" quando Portugal "era um país de cidadãos de segunda e onde as mulheres eram cidadãs de terceira".
André Ventura considera que Marcelo Rebelo de Sousa devia "amar a História" de Portugal.
No parlamento, Rui Rocha citou a música "Vejam bem", de José Afonso, para salientar que, há 50 anos, se descobriu que "não há só gaivotas em terra quando mulheres e homens se põem a pensar".
"Celebram-se os 50 anos da Revolução dos Cravos. Gostaria de associar-me aos nossos amigos em Portugal (...) para celebrar este aniversário, tão importante para a democracia na Europa", afirmou.