Governo convoca UGT para nova reunião segunda-feira sobre alterações à lei laboral
Esta reunião acontece depois de o secretariado nacional da UGT ter votado contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo.
Esta reunião acontece depois de o secretariado nacional da UGT ter votado contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo.
Esta terça-feira decorreu mais uma reunião no Ministério do Trabalho, em Lisboa.
Armindo Monteiro espera concluir "este processo hoje" e disse que "assim que terminar este processo" a confederação vai propor "um plano" de rendimentos para aumentar os salários.
O Executivo tem tido várias reuniões técnicas com as quatro confederações patronais (CIP, CCP, CTP e CAP) e a UGT para negociar as mais de 100 alterações à lei laboral.
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
A lista inclui algumas das maiores economias mundiais, tais como a China, Hong Kong, Índia, Japão, Israel, Canadá, Austrália, Rússia, Coreia do Sul, Reino Unido e México.
As investigações são lançadas ao abrigo da Lei do Comércio de 1974, o que poderá levar a novas tarifas de importação.
Negócio de ampliação do Museu de Arte Antiga envolveu permuta de um prédio no centro de Lisboa. Estado cedeu imóvel com um considerável desconto.
Manuel Castro Almeida explica que "se não há acordo não é por falta de vontade" do Executivo.
Perante as críticas da CGTP e da UGT, o executivo entregou à UGT uma nova proposta com algumas cedências e novas medidas, mas reiterou que não está disponível para retirar toda a iniciativa, nem para deixar cair as traves mestras das alterações anunciadas.
Iniciativa integra-se na manifestação nacional convocada pela central sindical CGTP.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
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A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, "de forma inequívoca", na greve geral de 11 de dezembro.
Adiamento deveu-se a "motivos de agenda".
Foram ainda apreendidos quatro veículos.