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Proteção Civil: Recuperação das zonas afetadas pelas cheias será longa

Lusa 13 de fevereiro de 2026 às 22:34

A presidente da Câmara de Coimbra afirmou esta tarde que o pior pode já ter passado na região, face ao risco de cheia, embora se continue a manter a vigilância do caudal do Mondego.

A Proteção Civil alertou esta sexta-feira que a recuperação das regiões afetadas pelas cheias será longa, nomeadamente em Coimbra, na zona do Rio Tejo e do Rio Mondego, indicando que os campos agrícolas irão permanecer inundados.
A proteção civil faz um alerta para os próximos dias, que vai ser de chuva intensa Lusa
"As situações de cheias mais rápidas, como por exemplo na zona de Alcácer do Sal, retomarão à normalidade, ou potencialmente retomarão a normalidade mais rapidamente. Mas estas zonas, quer no Tejo quer no Mondego levarão algum tempo até repormos a normalidade", disse comandante nacional de Proteção Civil, Mário Silvestre, na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) em Carnaxide, Oeiras. O comandante disse que a precipitação irá manter-se até ao final desta sexta-feira, sendo que para sábado e domingo existe a possibilidade há possibilidade de diminuir gradualmente a sua frequência passando a aguaceiros.
Mário Silvestre referiu ainda que a manutenção dos caudais na bacia do Rio Mondego e na Barragem da Aguieira (Coimbra) dá uma perspetiva "muito positiva em relação à não inundação da zona baixa de Coimbra". A presidente da Câmara de Coimbra afirmou esta tarde que o pior pode já ter passado na região, face ao risco de cheia, embora se continue a manter a vigilância do caudal do Mondego. "A nossa expectativa é mesmo de que o pior pode estar a passar", disse Ana Abrunhosa, numa conferência de imprensa no Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil de Coimbra, com a presença do primeiro-ministro, da ministra do Ambiente e de autarcas da região.
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