Polémica influencida
Há famosíssimo (?) que aproveita a nega que deu para agora abrir o altifalante. Não foi, não foi. A sua tanta falta sentiu-se como um bikini na Sibéria.
Asnos a contemplarem o Palácio da Ajuda. Burros cínicos. Nunca viram. Só a Embaixada de Israel escolhe e leva pessoas a Israel. Ninguém nunca antes e depois foi e vai a lado nenhum na qualidade de convidado de um país. Aldra. Ah, mas Israel difere, Israel é mau, muito mau, fez tamanho genocídio em Gaza que a população aumenta. É. Nasceram bebés. Nascem bebés. Em Gaza.
O diabo que carregue a estupidez pelas escadas. Burros atrelados à carroça conseguem ser menos burros. Aos manhosos, o convite parece-lhes manhoso. Normal. Gente que não traz, sequer, migalha útil, almas contestárias profissionais ao serviço do esterco. Desgraçadas da pestana ao osso do pé. Chicos-espertos da burrice primária.
Há famosíssimo (?) que aproveita a nega que deu para agora abrir o altifalante. Não foi, não foi. A sua tanta falta sentiu-se como um bikini na Sibéria. Pride Parade no Médio Oriente é como a fartura, lista enorme, anote, sff: Israel.
A viagem de influenciadores a Israel, que é uma oportunidade legítima de diplomacia pública e intercâmbio cultural, está a dar espasmos nas têmporas. Têm pesadelos, e diurnos, pela realidade de um país moderno, que mostra o que não interessa aos tristes: liberdade e democracia, dois palavrões na boca dos antissemitas, sempre que toca a Israel e aos judeus. O coro apresenta-se como o último grito de humanidade e costura beiças durante as flotillas subsidiadas pelo Catar versus irmandade muçulmana, igual a Hamas. Por imensa vontade que haja de varridos em colocar o Hamas na lista dos benfeitores mundiais, esse desejo desvairado não promove criminosos em mecenas.
O problema maior, o único problema, passa ao lado da ignorância. É o ódio velhaco, antigo superior ao tempo, a má-fé que circula de forma anormal intensa sobre Judeus e judeus, judeus de mãe, judeus de pai e mãe, judeus netos e bisnetos de judeus, judeus. A seguir a Maio 1948, os judeus para além de judeus saltam para os primeiros da fila da abominaçao: Israelitas. Sionismo, isso, Deus meu, dá direito a uma enxurrada de comportamentos inqualificáveis. Mortágua, a Mariana, paga pela República Portuguesa, enfiou-se num barco, ou o que era, subsidiada por assassinos. Com tudo incluído. Até animação. Hoje já não é deputada, mas aquando o teatro de levar ajuda humanitária, Mortaguá exercia funções de deputada e cumpriu-as mal no Mediterrâneo. A mercadoria, ui, tanta, que nunca se viu. Em julho, a ONU começou a sair do ventre da sua constituição com um alto funcionário a acusar o Hamas de interferir nas entregas de ajuda humanitária em Gaza e de tornar as operações de ajuda perigosas. Embrulha.
Alguns sentem-se incomodados com influencers que estiveram em Israel a convite de Israel, e com viagem — hotel e refeições — suportadas por Israel. Os influencers, não jornalistas, que vão a outro canto do mundo, acontece-lhes o mesmo. Uma pessoa é convidada e teria que pagar hotel e os almoços. Nem na Rússia .
A rapaziada habituou-se a um lado, apenas e unicamente um lado, inclusivamente camaradas de profissão. No dia que são presenteados com outra visão, desatam a disparar. Tiros nos pés. A política não lhes importa. A justiça, também. A morte de quem dançava, muito menos. Caladinhos sobre a Coreia do Norte, o Irão, o Nepal, a Turquia, a Nigéria. Caladinhos sobre o massacre de 7 de outubro. Debates e mesas redondas e quadradas para descortinar o motivo da viagem é o que comove. A questão não é a viagem. A azia que incomoda os ativistas, unicamente no ativo para serem contra Israel, é Israel.
Crime do século diz Gonçalo Filipe na SIC Noticias. Miguel Duarte está do lado dos sofredores do genocídio e o 7 de outubro fá-lo rir.
Devia existir um rastreio ao pessoal antes de entrar no ar. Para bem dos próprios. Evitavam a vergonha que é ser e estar impreparado, a vergonha de serem sistematicamente corrigidos, a vergonha de levarem uma sova pesada em respostas.
Polémica influencida
Há famosíssimo (?) que aproveita a nega que deu para agora abrir o altifalante. Não foi, não foi. A sua tanta falta sentiu-se como um bikini na Sibéria.
Do tanque à piscina; o naufrágio ético
O ministro da Administração Interna meteu água e sofre de um defeito terrível, que pode ser letal para quem não anda na vida pública e na política de trotineta: insensatez.
Homem livre regressa a casa
Dirigente político que despreze a ausência de Pedro Santa Lopes no partido precisa de ir ao oftalmologista.
Trumpada
Qualquer país que seja atacado deve defender-se, e a defesa, em certas ocasiões, vive na prevenção.
O Erro do Cid
É este tipo de moralidade que contestou a participação de Israel na Eurovisão e apelou à humilhação com a pontuação zero. A sua voz não teve eco nenhum. Noam Bettan ficou em segundo lugar e em primeiro a cantora búlgara, que apoiou Israel. Portugal deu pontuação máxima a Israel. Embrulha. É um bofetão para aqueles que se julgam proprietários da razão.