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Crítica de séries: I May Destroy You

Em "I May Destroy You", que criou e coescreve, Michaela Coel transforma-se num alter ego, Arabella, que é drogada e violada numa noite em que sai com os amigos

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Edição de 19 a 25 de maio
Crítica de séries: I May Destroy You
Pedro Marta Santos 15 de junho de 2020 às 12:25

Poeta, performer, atriz, cantora, jovem prodígio académico nascido em Londres de pais ganeses, vencedora de um Bafta aos 27 anos por "Chewing Gum", sitcom existencialista baseada na sua própria peça de teatro, Michaela Boakye-Collinson é uma força da natureza dos millennials e um dos rostos proeminentes do movimento #MeToo na Grã-Bretanha.

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