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Crítica de Teatro: Hamlet

Gisela Pissara analisa a versão Chapitô da conhecida peça de Shakespeare que esteve em cena até 4 de Fevereiro, em Lisboa

Capa da Sábado Edição 17 a 23 de março
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Edição de 17 a 23 de março
Gisela Pissarra 06 de fevereiro de 2018 às 09:30

O Chapitô leva a cena Hamlet, uma versão muito própria de Shakespeare, que se inscreve no ADN da companhia: o teatro físico e o jogo clownnesco. José Carlos Garcia, Cláudia Nóvoa e Tiago Viegas dirigem esta desconstrução da obra, a brincar, em que a família Hamlet - às voltas com gravatas, milhões, helicópteros, empresas, filhos e padrastos - convida o público para três cerimónias no mesmo dia: O Funeral do Defunto, O Casamento da Viúva do Defunto e A Tomada de Posse do Noivo da Viúva do Defunto.

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