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Crítica de música: The Flaming Lips

O novo álbum dos americanos é um "épico mal-amanhado", recheado de psicadelismo, rock progressivo, dream pop e electrónica

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Edição de 3 a 9 de fevereiro
Filipe Lamelas 10 de fevereiro de 2017 às 11:00

Ninguém duvida que os Flaming Lips têm, no capítulo do psicadelismo e da esquizofrenia musical, obra bem trabalhada. Talvez por isso, a música da banda de Oklahoma é mais bem apreciada - e, muitas vezes, compreendida - por audiências constituídas por consumidores compulsivos de ácidos, mas também por pacientes internados num qualquer hospital público. Ainda recentemente, a somar ao tal psicadelismo, os Flaming revelaram uma dimensão "profético-messiânica" em canções comoIs David Bowie Dying?, do seuHeady Fwends, de 2012.

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