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Crítica de livros: Um muro no meio do caminho

Julieta Monginho voluntariou-se para trabalhar num campo de refugiados da ilha grega de Chios. O resultado foi o seu livro mais recente

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Edição de 17 a 23 de março
Eduardo Pitta 03 de abril de 2018 às 16:00

Em 2016, Julieta Monginho (n. 1958), magistrada do Ministério Público e romancista, voluntariou-se para trabalhar num campo de refugiados da ilha grega de Chios. O resultado foiUm Muro no Meio do Caminho, o seu livro mais recente. O leitor lembra-se logo do verso famoso, "Tinha uma pedra no meio do caminho", de Drummond de Andrade.

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