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Crítica de Livros: Swing Time, de Zadie Smith

A escrita de Smith é vertiginosa, rica de subtilezas, atenta aos detalhes mais prosaicos. Neste romance, são desmontados temas como a ajuda ocidental, a moda da adopção de crianças por estrangeiros ricos e o turismo sexual

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Edição de 5 a 11 de maio
Eduardo Pitta 01 de setembro de 2017 às 18:30

Os idiossincráticos códigos de classe e as regras sociais atinentes continuam a ser o território de eleição de Zadie Smith (n. 1975), que escreve a partir de um ponto de vista étnico, ou seja, sem ignorar a sua origem jamaicana: "Sonho com a Jamaica, sonho com a minha avó. Recuo no tempo…" Tal como emNW, uma história de Londres,Swing Timeilustra o lugar dos deserdados da sociedade de consumo.

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