Sábado – Pense por si

Crítica de Livros: Swing Time, de Zadie Smith

A escrita de Smith é vertiginosa, rica de subtilezas, atenta aos detalhes mais prosaicos. Neste romance, são desmontados temas como a ajuda ocidental, a moda da adopção de crianças por estrangeiros ricos e o turismo sexual

Capa da Sábado Edição 17 a 23 de março
Leia a revista
Em versão ePaper
Ler agora
Edição de 17 a 23 de março
Eduardo Pitta 01 de setembro de 2017 às 18:30

Os idiossincráticos códigos de classe e as regras sociais atinentes continuam a ser o território de eleição de Zadie Smith (n. 1975), que escreve a partir de um ponto de vista étnico, ou seja, sem ignorar a sua origem jamaicana: "Sonho com a Jamaica, sonho com a minha avó. Recuo no tempo…" Tal como emNW, uma história de Londres,Swing Timeilustra o lugar dos deserdados da sociedade de consumo.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login