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Crítica de Livros: Pianista de Hotel, de Rodrigo Guedes de Carvalho

Narrador autodiegético, Guedes de Carvalho intromete-se na narrativa com gozo evidente. Escreve Eduardo Pitta: "Percebemos logo nas primeiras páginas que é de solidão e perda que o romance trata"

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Edição de 17 a 23 de março
Eduardo Pitta 01 de julho de 2017 às 18:30

Após um intervalo de dez anos, Rodrigo Guedes de Carvalho (n. 1963) regressa ao romance comO Pianista de Hotel. Sem surpresa, a prosa clara dispensa todo o tipo de malabarismos semânticos. Mesmo emsottococe, o autor impõe uma dicção própria. Foi assim nos romances anteriores e o timbre mantém-se inalterado. Narrador autodiegético, Guedes de Carvalho intromete-se na narrativa com gozo evidente.

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