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Crítica de livros: Bronco Angel, o Cow-Boy Analfabeto

O livro é uma paródia ao Portugal da primeira metade dos anos 1980

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Edição de 3 a 9 de fevereiro
Eduardo Pitta 20 de janeiro de 2016 às 14:00

Nunca ouviu falar de William Faulkinway? É natural. O jornal humorístico O Bisnau passou como um cometa, e foi lá, entre Março e Outubro de 1983, que esse híbrido de Faulkner e Hemingway deu um ar da sua graça, sob os auspícios de Fernando Assis Pacheco (1937-1995), notabilíssimo poeta, mas também ficcionista, crítico literário, cronista e jornalista. Poucos se lembrarão deBronco Angel, o Cow-Boy Analfabeto, folhetim pela primeira vez coligido em livro com que a Tinta da China dá início à publicação de toda a obra do autor.

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