Crítica de Música: Grizzly Bear

Sem ser lamechas, é um álbum marcado pela ruptura sentimental, contextualizada por uma serenidade apaziguadora

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Filipe Lamelas 28 de agosto de 2017

Ao contrário de muitas bandas - que, na maioria das vezes, ficam a meio da viagem -, os Grizzly Bear fazem parecer fácil o caminho trilhado rumo ao sucesso. Começaram por ser um projecto a solo do vocalista Ed Droste para, aos poucos, se converterem num quarteto. Inicialmente, muito focado no seu mentor criativo mas que, em especial desde Shields (2012), foi aprendendo e assimilando as virtudes da democracia participativa. Antes disso, um empurrão do guitarrista dos Radiohead ajudou à festa, quando os indicou como uma das suas bandas preferidas. Hoje em dia, partilham, com os Arcade Fire, a linha da frente do indie-rock.

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