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Crítica de cinema: Uma Rapariga Fácil

O sopro libertário de uma jovem mulher de corpo explosivo

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Crítica de cinema: Uma Rapariga Fácil
Pedro Marta Santos 26 de dezembro de 2019 às 15:00
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A filiação deUma Rapariga FácilemE Deus Criou a Mulher, de Roger Vadim e com Brigitte Bardot – foi em 1956, uma eternidade – é mais do que intencional. Sofia, jovem mulher de corpo explosivo (interpretada pelo franco-argelina Zahia Dehar, ex-acompanhante de luxo no centro de um escândalo em 2010 com jogadores da selecção francesa de futebol, que teriam pago pelos seus serviços quando Zahia ainda era menor), é prima de Naima (Mina Farid), miúda de 16 anos em plena descoberta ao sol veraneante de Cannes, onde vive.

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