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Crítica de cinema: Mandy

"Cada plano é um quadro pintado com tons florescentes e Cosmatos cria perturbadores ambientes que se aproximam mais de sonhos - ou pesadelos - do que narrativas convencionais", escreve Tiago R. Santos

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Tiago Santos 15 de outubro de 2018 às 13:27

Mandypassa-se em 1983 comoBeyond the Black Rainbow, o primeiro filme de Panos Cosmatos, e serve como o lado B de um vinil de heavy metal ouvido a baixa rotação sob o efeito de drogas alucinógeneas. Red e Mandy vivem numa cabana no bosque. Quando ela ridiculariza os avanços de Jeremiah Sand, o líder de um culto religioso (é uma cena memorável, expondo a arrogância misógina como pretensiosismo patético), é queimada viva em frente a Red. A vingança - que envolve machados artesanais e demónios motoqueiros - será terrível.

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