Sábado – Pense por si

Ir ao Doclisboa – porquê?

O escrutínio do mundo e a tentativa de compreensão das suas dinâmicas estiveram na base da 17.ª edição do festival de cinema documental de Lisboa

A primeira e, até à data, única vez que chorei numa sala de cinema foi numa sessão do Doclisboa, há dois anos. O filme, Martírio, de Vincent Carelli, era um intrépido relato da perseguição aos índios do Sul brasileiro, que infelizmente não teve distribuição comercial em Portugal, mas que não hesito em recomendar a quem tenha forma de o ver.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
A Newsletter SÁBADO Edição Manhã no seu e-mail
Tudo o que precisa de saber sobre o que está a acontecer em Portugal e no mundo. Enviada de segunda a domingo às 10h30