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Crítica de cinema: Silêncio

O novo filme de Scorsese é quase solene, lento, denso e estático, estando longe do dinamismo visual que o cineasta nos habituou

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Edição de 17 a 23 de março
Tiago Santos 25 de janeiro de 2017 às 17:00

Se não és a voz de Deus, então Deus nunca falou." A frase é de Cormac McCarthy emA Estradae é a confissão de alguém para a mulher que ama. Mas emSilêncio, os padres jesuítas portugueses que, em 1640, se infiltram no Japão - em busca de um mentor na esperança que os rumores sobre a sua renúncia a Cristo sejam falsos - não encontram qualquer consolo no próximo.

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