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Crítica de cinema: Rei Artur: A Lenda da Espada

Guy Ritchie parece ter encontrado o seu mercado: pegar em personagens icónicas e colocá-las no meio de filmes de acção

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Edição de 17 a 23 de março
Tiago Santos 17 de maio de 2017 às 18:00

Guy Ritchie parece ter encontrado o seu mercado: pegar em personagens icónicas e colocá-las no meio de filmes de acção onde há sempre uma propositada dissonância entre a época retratada e o estilo visual e linguístico. Como se Sherlock Holmes e o Rei Artur fossem os antecessores dos grupos degangstersdesenrascados deLock, Stock and Two Smoking Barrels - Um Mal Nunca Vem Só e Snatch - Porcos e Diamantes, os seus primeiros e melhores filmes. E a verdade é que até funciona.

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