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Crítica de cinema: Mizoguchi

Há duas coisas em Mizoguchi que impressionam qualquer espectador, do mais prosaico ao versado na obra. Saiba quais

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Edição de 17 a 23 de março
Crítica de cinema: Mizoguchi
Pedro Marta Santos 16 de maio de 2017 às 14:17

Há duas coisas em Mizoguchi que impressionam qualquer espectador, do mais prosaico ao versado na obra: a sofisticada elegância da sua câmara, feita detravellingslaterais e de justeza minuciosa na profundidade de campo, e a empatia pelas personagens femininas, num comentário aos dramas e às tragédias silenciosas das mulheres no Japão, do feudalismo tardio do século XV às injustiças do pós-Segunda Grande Guerra.

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